Maurícias · Hotelaria
A colaboração começou no LUX* Grand Baie e estendeu-se a seis unidades nas Maurícias, das marcas LUX*, SALT e Tamassa. Partilham uma cultura insular, mas cada resort conserva o seu carácter, os seus espaços e o seu ritmo. A Music Eye View transforma a música ambiente numa identidade sonora viva para cada unidade. A música cruza referências das ilhas Mascarenhas, de África, da Índia e da Europa, ligando os hotéis e dando a Grand Baie, Belle Mare, Grand Gaube e Le Morne sonoridades próprias.
A marca
Outra forma de celebrar
A LUX* nasceu nas Maurícias com um propósito expresso em poucas palavras: ajudar os hóspedes a celebrar a vida. Tanto os grandes momentos como os mais simples, aqueles que dão memórias a uma estadia.
O The Lux Collective criou várias marcas que, deliberadamente, contam histórias diferentes. A LUX* propõe-se fazer acontecer o extraordinário. A SALT aproxima os viajantes das pessoas e dos lugares. A Tamassa coloca no centro o prazer de estar juntos.
Por trás dessa diversidade existe uma convicção mais profunda: pessoas, destinos e momentos diferentes pedem formas diferentes de acolher.
Nas seis propriedades das Maurícias com que trabalhamos, das marcas LUX*, SALT e Tamassa, essa convicção assume uma forma diferente em cada uma.
O Grand Baie tem um ritmo mais vivo, uma energia mais social e uma atração natural para casais. O Belle Mare abre-se mais às famílias e às crianças. O Le Morne dá mais espaço à natureza, à lentidão e à calma. O Grand Gaube vive do lazer, do movimento e dos dias que se prolongam.
Uma partitura de hospitalidade, com as suas próprias variações.
O projeto
Antes dos primeiros hóspedes
Entramos no LUX* Grand Baie vários meses antes da abertura.
O hotel já existe nas suas linhas, nos seus materiais e nos seus espaços. À sua volta, tudo está ainda a ser escrito. As equipas juntam-se, os usos tomam forma, os espaços começam a encontrar o seu carácter.
Ainda se fala no futuro, em possibilidades. Naquilo em que o Grand Baie se vai transformar.
Em como dar vida a espaços concebidos com personalidade suficiente para se afirmarem por si. Numa ambição então nova nas Maurícias: um hotel que reúne luxo e lifestyle.
Ashish lidera a abertura. Ashok está ao seu lado. Com eles, e depois com as equipas que vão fazendo seu o hotel, também nós entramos nesse movimento.
As decisões ainda circulam livremente. Uma ideia pode mudar a utilização de um espaço. Um pormenor pode alterar a forma como um lugar será vivido. Nada se cristalizou ainda em hábito.
É neste momento que a nossa relação com a LUX* ganha forma.
Chegámos antes de se formarem as memórias, quando o Grand Baie ainda pertencia a quem o imaginava, construía e preparava.
A partitura do Grand Baie começa a escrever-se.
© The Lux* Collective
Identidade sonora
Uma história partilhada
É nas Maurícias que tudo começa.
A ilha foi moldada pelo movimento de pessoas, línguas e culturas. Há séculos que nela se encontram as ilhas Mascarenhas, a África Oriental, a Índia, a Ásia e a Europa. As suas influências misturam-se, deslocam-se, transformam-se e continuam a gerar novas formas.
A música transporta essa história.
A identidade sonora da LUX* começa aí: numa geografia cultural partilhada, suficientemente ampla para ligar as propriedades, suficientemente viva para evoluir com cada uma.
O Grand Baie torna-se a sua primeira expressão, com a sua energia lifestyle. No Belle Mare, esse território musical ganha um ritmo familiar. No Le Morne, respira mais livremente com a natureza. No Grand Gaube, põe-se em movimento.
É assim que se constrói a identidade sonora da LUX*: uma história musical partilhada, seguida de variações que dão a cada propriedade o seu próprio carácter musical.
Uma cultura comum que se desdobra de muitas formas.
© The Lux* Collective
Programação musical
Histórias a nascer
Grand Baie, Belle Mare, Grand Gaube, Le Morne. De uma propriedade para outra, o fio musical mantém-se; as suas ressonâncias mudam de espaço para espaço.
Grand Baie
Ao Beach Rouge vem-se para ficar. Vem-se para ter tempo. A música foi pensada para isso.
Ouvem-se Blood Groove & Kikis, Jones Meadow, Valante.
Uma linha de baixo emerge sob as vozes. Outra linha estende-se, quase desaparece, e regressa mais à frente. A eletrónica independente desliza para o espaço que se abriu, sem sobressaltos nem interrupções. As faixas desdobram-se em longas camadas, linhas flexíveis, motivos que regressam como um pensamento agradável que não há motivo para afastar.
Belle Mare
No Amari, uma corda ressoa. Uma melodia desenrola uma memória, dá a volta e continua.
Anoushka Shankar, Ganesha e Prem Joshua põem a Índia ancestral em diálogo com timbres e inflexões da eletrónica contemporânea.
Os séculos não desaparecem; aproximam-se.
Grand Gaube
No INTI, as guitarras elétricas prendem o ouvido. Um motivo regressa; a percussão destaca-o. Uma linha elétrica dobra-se, regressa, insiste.
A cumbia e a chicha peruana têm uma forma própria de fazer avançar a melodia, deixando atrás de si um rasto de cor.
Bareto, La Lom e Los Shapis pintam-no em som.
Le Morne
O The Beach chega no fim da viagem.
Os primeiros compassos ancoram-nos na lagoa mauriciana. Vozes e ritmos transportam o sopro das Mascarenhas através de Blakkayo, Kaya e Tine Poppy.
Uma identidade que se ramifica.
© The Lux* Collective
Governação
Tempo de regressar
Voltamos às Maurícias todos os anos. Ou talvez sejam as Maurícias que voltam a nós; já não temos bem a certeza.
Ashok, que conhecemos a trabalhar ao lado de Ashish no Grand Baie, recebe-nos agora no Le Morne. Stephan, antes no Grand Gaube, recebe-nos agora no Grand Baie. Big Papa, que também conhecemos no Grand Baie, reaparece no Le Morne.
Ao almoço com Stephan no Beach Rouge, no Grand Baie, as conversas entrelaçam-se, ramificam-se e retomam os fios umas das outras.
Entre viagens, as conversas continuam à distância.
Depois chega a hora de regressar às Maurícias. Os rostos familiares estão lá; os novos depressa se tornam familiares também, e a memória das escolhas passadas começa a dar forma ao que vem a seguir.
O repertório da LUX* continua a crescer.
«Cada hotel celebra a cultura, as pessoas, a natureza e os sabores do seu destino.»
LUX*




